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quarta-feira, 18 de julho de 2012

Rua Novo Acordo Uma Rua Inteira de Problemas!

Os moradores da Rua Novo Acordo, em Cajueiro Seco, Jaboatão dos Guararapes, estão nada satisfeitos com a pavimentação da rua, obra realizada sob a supervisão da Companhia de Habitação e Obras (CEHAB-PE) e que faz parte do pacote de obras para a instalação do Conjunto Habitacional Olho d'Água, é que por conta de serviços mau feitos e de uma supervisão negligente da CEHAB-PE, a rua encontra-se cheia de problemas e em alguns trechos até intransitável. Outras reclamações foram feitas aqui, aqui e aqui!
A rua Novo Acordo, junto com as ruas Iati, Serrita, Calumbi, Nova Roma, Vera Lúcia "A"  e 15 de Novembro formam o entorno do habitacional e receberam serviços de pavimentação, drenagem e saneamento básico, a CEHAB estava lá representada pelo Engenheiro Rômulo, que acompanhou as obras, mas não evitou que procedimentos, aparentemente errados fossem realizados, trazendo inúmeros transtornos para os moradores.
Nivelamento e sistema de Esgotos: Segundo fotos e relatos dos moradores da rua no lugar do barro compactado, brita e pó de pedra, foi utilizado areia preta e de remoção e em um trecho da rua o material não foi compactado com máquinas (pode ser visto nas fotos ao fim do post), e em tempos de chuva o serviço não parava e as pedras eram colocadas na areia encharcada. Já o sistema de esgoto foi dividido em duas partes: uma galeria para receber a água da chuva, mas que na rua inteira não foram colocados pontos para que a água da chuva escoasse para dentro da galeria; E uma rede de tubulações para receber esgotos sanitários e domésticos, construída com tubos de 100mm, foram utilizados tubos brancos indicados para fazer a ligação da residência até a rua,  interligados por manilhas de concreto.
Calçadas: As calçadas foram feitas, mas somente na largura de 1,20m, quando questionados os trabalhadores respondiam que a largura da calçada estava em acordo com o projeto e o contrato, e mesmo o Senhor Rômulo (segundo moradores ele era o engenheiro da CEHAB responsável pela obra) quando questionado respondia : "a OBRIGAÇÃO da CEHAB é fazer somente 1,20m" independente de quanto faltava pra completar a calçada, o que foi feito foram só os 1,20m.
Materiais deixados: Em vários pontos das ruas foram deixados restos de material utilizados durante a construção, como por exemplo: manilhas e areia de remoção. Não foi feito uma limpeza ao fim dos trabalhos para entregar as ruas.
Pavimento cedendo: Em vários pontos da rua o pavimento está cedendo e o moradores vão fazendo o que podem, tapam os buracos com pedras, restos de cerâmica, areia ou cimento. Em alguns trechos o pavimento chegou a ser recuperado, mas voltou a ceder.
Galerias com Tampas Abertas: Em dois trechos em que as galerias cruzam a rua, as tampas da galeria estão quebradas, com ferragens expostas e impedem a passagem dos veículos dos moradores, de emergência (como ambulâncias, bombeiros e polícia) e também os de serviços, como os caminhões que fazem a coleta do lixo. Além de oferecer risco aos moradores do local.
Os moradores afirmam que chegaram a procurar a CEHAB para denunciar a situação da rua, e que a autarquia, através de seus representantes, sempre informava que quaisquer problemas que viessem a acontecer futuramente seriam de responsabilidade dela e que ela os resolveria sem causar maiores prejuízos aos moradores, mas não é isso que vem acontecendo, as obras "parecem" ter sido acabadas e não há mais ninguém trabalhando nas ruas (somente dentro do conjunto),  as fotos que formam a apresentação abaixo foram feitas durante dois dias (com exceção das fotos em que aparecem pessoas trabalhando, pois elas foram uma contribuição do arquivo pessoal de um dos moradores) e em nenhum deles haviam pessoas trabalhando. 
Confira!




sábado, 21 de janeiro de 2012

Caminhão com Lixo Irregular É Apreendido Pelo Gama


Fonte: Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes, acesso em 21/01/2012

No último dia 18/01, quarta-feira, um caminhão foi apreendido nesta quarta-feira, pelo Grupamento de Apoio ao Meio Ambiente (Gama) de Jaboatão dos Guararapes. A ação foi motivada porque o veículo estava depositando lixo no manguezal, em Barra de Jangada, considerada área de preservação permanente. A apreensão foi feita quando os guardas municipais ambientais estavam realizando ronda na área e flagraram a irregularidade.
Foram identificados lixos das classes B, C e D, como resto de eletroeletrônicos, tinta e gesso, que são materiais agressivos para o mangue. A ação está baseada na Lei nº 9.605/98, sobre crimes ambientais e no Decreto Federal nº 6514/08, que aborda sobre as medidas administrativas.
“Realizamos a autuação e o veículo estará sob a responsabilidade da Secretaria Executiva de Meio Ambiente. Após realizar a penalidade, que será estabelecida pelo setor jurídico da Secretaria, o caminhão será liberado”, detalhou o inspetor chefe do Gama, Ubirajara Gomes. Ele também ressalta que a empresa irá retirar os lixos no local.
DENUNCIA
Para colaborar com o trabalho do GAMA denunciando crimes contra o meio-ambiente, como é o caso de despejo de lixo de forma irregular, o morador deve solicitar o Grupamento de Apoio ao Meio Ambiente (Gama), por meio dos números 3462-6248 ou 3343-5215. O endereço é Rua Brigadeiro Melibeu, nº 241, Piedade.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Coleta de Lixo pela Internet


Fonte: NE10, acesso em 03/01/2012; Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes, acesso em 03/04/2012

Ficou curioso? Pois é,começou a funcionar hoje em um sistema de monitoramento por GPS (Global Positioning System ou Sistema de Posicionamento Global) de todos os 72 caminhões que fazem a coleta de lixo no município. 
Através do link no site da Prefeitura  a pessoa sabe exatamente dia e turno que o caminhão passa em sua rua. Ela pode, inclusive, verificar a posição em que o veículo se encontra no momento da consulta, para programar melhor a colocação do seu lixo na calçada. O link permite ainda que a pessoa possa registrar reclamação, caso o serviço não seja executado de acordo com o programado. A reclamação cai direto na Central de Monitoramento, na Gerência de Limpeza Urbana. Os técnicos, então, passam a investigar a razão da não-execução do serviço e corrigir a falha ou até mesmo punir a empresa. As reclamações podem ser registradas também em relação a qualquer outro tipo de problema vinculado à limpeza urbana, como varrição e recolhimento de entulhos.
O investimento que estabelece o processo de controle social na operação da limpeza urbana é considerado baixo pelo secretário. Segundo ele, o custo é de menos de R$ 100 ao mês por cada caminhão. Atualmente este valor é bancado pelas empresas prestadoras do serviço de limpeza pública. O monitoramento é feito por técnicos da própria Secretaria de Serviços Urbanos.
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